"Políticos e fraldas devem ser mudados com regularidade idêntica, pelas mesmas razões"
Eça de Queiroz
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Aprender
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Companheiro de estrada
Foi assim hoje e acho que este som nunca mais me vai largar.
You came to me this morning
And you handled me like meat
You´d have to be a man to know
How good that feels, how sweet
My mirror twin, my next of kin
i'd know you in my sleep
And who but you would take me in
A thousand kisses deep
I loved you when you opened
Like a lily to the heat
You see i'm just another snowman
Standing in the rain and sleet
Who loved you with his frozen love
His secondhand physique
With all he is and all he was
A thousand kisses deep
I know you had to lie to me
I know you had to cheat
To pose all hot and high
Behind the veils of sheer deceit
Our perfect porn aristocrat
So elegant and cheap
i'm old but i'm still into that
A thousand kisses deep
i'm good at love, i'm good at hate
it's in between I freeze
Been working out but it's too late
(it's been too late for years)
But you look good, you really do
They love you on the street
If you were here i'd kneel for you
A thousand kisses deep
The autumn moved across your skin
Got something in my eye
A light that doesn't need to live
And doesn't need to die
A riddle in the book of love
Obscure and obsolete
And witnessed here in time and blood
A thousand kisses deep
But i'm still working with the wine
Still dancing cheek to cheek
The band is playing Auld Lang Syne
But the heart will not retreat
I ran with Diz, I sang with Ray
I never had their sweet
But once or twice they let me play
A thousand kisses deep
I loved you when you opened
Like a lily to the heat
You see i'm just another snowman
Standing in the rain and sleet
Who loved you with his frozen love
His secondhand physique
With all he is and all he was
A thousand kisses deep
But you don't need to hear me now
And every word I speak
It counts against me anyhow
A thousand kisses deep
letra aqui
You came to me this morning
And you handled me like meat
You´d have to be a man to know
How good that feels, how sweet
My mirror twin, my next of kin
i'd know you in my sleep
And who but you would take me in
A thousand kisses deep
I loved you when you opened
Like a lily to the heat
You see i'm just another snowman
Standing in the rain and sleet
Who loved you with his frozen love
His secondhand physique
With all he is and all he was
A thousand kisses deep
I know you had to lie to me
I know you had to cheat
To pose all hot and high
Behind the veils of sheer deceit
Our perfect porn aristocrat
So elegant and cheap
i'm old but i'm still into that
A thousand kisses deep
i'm good at love, i'm good at hate
it's in between I freeze
Been working out but it's too late
(it's been too late for years)
But you look good, you really do
They love you on the street
If you were here i'd kneel for you
A thousand kisses deep
The autumn moved across your skin
Got something in my eye
A light that doesn't need to live
And doesn't need to die
A riddle in the book of love
Obscure and obsolete
And witnessed here in time and blood
A thousand kisses deep
But i'm still working with the wine
Still dancing cheek to cheek
The band is playing Auld Lang Syne
But the heart will not retreat
I ran with Diz, I sang with Ray
I never had their sweet
But once or twice they let me play
A thousand kisses deep
I loved you when you opened
Like a lily to the heat
You see i'm just another snowman
Standing in the rain and sleet
Who loved you with his frozen love
His secondhand physique
With all he is and all he was
A thousand kisses deep
But you don't need to hear me now
And every word I speak
It counts against me anyhow
A thousand kisses deep
letra aqui
domingo, 30 de agosto de 2009
Sem beatas
Das muitas peças que fazem parte do mobiliário das cidades, há uma que continua a faltar. À imagem do que já se faz em muitos centros comerciais, as nossas ruas deveriam ter cinzeiros. Há locais onde dói deitar uma beata para o chão por falta de opções. Pisar e apagar, depois apanhar com a mão e meter no “lixo” aposto que ninguém faz; quando muito e se houver uma sarjeta por perto “empurra-se lá para dentro” o que convenhamos, também não é grande ideia.
Nas “minhas” cidades ainda não vi, por isso fica a sugestão.
Nas “minhas” cidades ainda não vi, por isso fica a sugestão.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Provavelmente
De longe vêm ecos de uma qualquer festança, que faz gente escoar despojos de um presente que serão também os do futuro.
A noite vai longa, mas o repouso do sol não chega para amainar os corpos que teimam acesos.
Um degrau, um tecto de estrelas e o imenso silêncio chegam para levitar por segundos e para voltar a ouvir em surdina a mesma interrogação que me faz escolta. Onde é que eu parei? Onde fiquei?
Estou aqui mas falta uma parte de mim! Todos os dias desconjugo os verbos e dou nega à negação para de uma forma abstracta esquecer o hiato. Provavelmente será a tal crise da meia idade, que em desconformidade, não trás respostas, mas apenas, mais dúvidas.
Provavelmente não há crise alguma e é mesmo assim.
Provavelmente!?
A noite vai longa, mas o repouso do sol não chega para amainar os corpos que teimam acesos.
Um degrau, um tecto de estrelas e o imenso silêncio chegam para levitar por segundos e para voltar a ouvir em surdina a mesma interrogação que me faz escolta. Onde é que eu parei? Onde fiquei?
Estou aqui mas falta uma parte de mim! Todos os dias desconjugo os verbos e dou nega à negação para de uma forma abstracta esquecer o hiato. Provavelmente será a tal crise da meia idade, que em desconformidade, não trás respostas, mas apenas, mais dúvidas.
Provavelmente não há crise alguma e é mesmo assim.
Provavelmente!?
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Política, gripe, protestos e sei lá mais o quê!
Quase plagiando alguém conhecido estou de volta à anormalidade normal.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Pausa
O despertador vai deixar de tocar durante uns dias. O telemóvel abandonou o som estridente. A estrada ausenta-se. A pressão abranda.
Vou desligar-me da corrente e parar de correr.
Sabe bem.
Vou desligar-me da corrente e parar de correr.
Sabe bem.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Liberdade ou libertinagem?
Bem sei que vivemos em liberdade se é que existe a expressão viver “em”, mas acho que a liberdade da liberdade, está a ir “longe demais “. Estou certa que em muitos casos, o exagero só acontece porque está lá uma câmara de filmar e um microfone. Para quem conhece os meandros destas coisas, sabe que é assim.
Censurando eu de imediato todo o valor intrínseco à palavra censura, acho no entanto que há opiniões, que não contribuem para coisa alguma.
Nem tudo o que se ouve é aproveitável.
Por pensar desta forma, fiquei chocada com o que ouvi hoje, na televisão, a propósito da manifestação dos estivadores em Lisboa. Com ou sem penetras no protesto, o que passou na TV, mais concretamente na SIC, (onde eu vi, mas sobretudo ouvi) é de um profundo mau gosto. Se existem sons e imagens que por si só dão força e engrandecem uma reportagem, há outros, que confirmam apenas a expressão do “vale tudo”.
Liberdade de expressão começa cada vez mais a ser sinónimo de banalização, calúnia, difamação e vulgaridade.
“Apesar de muitas vezes associarmos o conceito de liberdade à decisão e determinação constante, esta não será bem assim, já que a nossa vida é condicionada a cada ousadia e passo. A deliberação está então conduzida pelo envolvente humano, no qual se inserem as leis físicas e químicas, biológicas e psicológicas. Caso contrário passa a chamar-se libertinagem. Associada à liberdade, está também a noção de responsabilidade, já que o acto de ser livre implica assumir o conjunto dos nossos actos e saber responder por eles.”
Bento de Espinoza
Wikipédia
Censurando eu de imediato todo o valor intrínseco à palavra censura, acho no entanto que há opiniões, que não contribuem para coisa alguma.
Nem tudo o que se ouve é aproveitável.
Por pensar desta forma, fiquei chocada com o que ouvi hoje, na televisão, a propósito da manifestação dos estivadores em Lisboa. Com ou sem penetras no protesto, o que passou na TV, mais concretamente na SIC, (onde eu vi, mas sobretudo ouvi) é de um profundo mau gosto. Se existem sons e imagens que por si só dão força e engrandecem uma reportagem, há outros, que confirmam apenas a expressão do “vale tudo”.
Liberdade de expressão começa cada vez mais a ser sinónimo de banalização, calúnia, difamação e vulgaridade.
“Apesar de muitas vezes associarmos o conceito de liberdade à decisão e determinação constante, esta não será bem assim, já que a nossa vida é condicionada a cada ousadia e passo. A deliberação está então conduzida pelo envolvente humano, no qual se inserem as leis físicas e químicas, biológicas e psicológicas. Caso contrário passa a chamar-se libertinagem. Associada à liberdade, está também a noção de responsabilidade, já que o acto de ser livre implica assumir o conjunto dos nossos actos e saber responder por eles.”
Bento de Espinoza
Wikipédia
domingo, 21 de junho de 2009
A Minha Música...sem momento
Mais um desafio simpático de blogagem colectiva.
--------------------------------------------------------------
A vida é feita de momentos; melhores ou piores, são eles e nós que, pedra a pedra, alteiam o edifício da existência. No “prédio” onde moro, há quase sempre música. Num volume, nem muito alto, nem muito baixo; gosto de ouvir sem no entanto perder a noção ou o domínio do que se passa à minha volta.
Associar uma música a um momento é no entanto uma tarefa que se afigura impossível. Na minha memória não vivem aquelas frases como “a música que ouvíamos no primeiro beijo, a música que dançávamos, a música do nosso casamento, etc.”
Há sons que me levam à infância, à juventude, que recordo sem nostalgia exagerada e que, simplesmente, me fazem constatar que o tempo é demasiado volátil.
No entanto, existem músicas onde regresso frequentemente como quem regressa a casa no fim de um dia exausto. E é aí que surge “o Momento” da Quinta Sinfonia de Gustav Mahler. Adagietto: Sehr Langsam é simplesmente divino.
Num outro registo diametralmente oposto, “Everybody hurts” dos R.E.M. continua a ser a minha música, o meu momento comigo própria…a minha eterna mensagem para os outros, mas sobretudo para mim.
--------
When your day is long
And the night - the night is yours alone
When you're sure you've had enough of this life
Hang on
Don't let yourself go
'cause everybody cries
and everybody hurts, sometimes
Sometimes everything is wrong
Now it's time to sing along
When your day is night alone (hold on, hold on)
If you feel like letting go (hold on)
If you think you've had too much of this life
To hang on
'Cause everybody hurts
Take comfort in your friends
Everybody hurts
Don't throw your hand, oh no
Don't throw your hand
If you feel like you're alone
no, no, no, you're not alone
If you're on your own in this life
The days and nights are long
When you think you've had too much of this life, to hang on
Well, everybody hurts
sometimes, everybody cries
And everybody hurts, sometimes
But everybody hurts, sometimes
So hold on, hold on, hold on, hold on, hold on,
hold on, hold on, hold on
Everybody hurts
You're not alone
Michael Stipe
--------------------------------------------------------------
A vida é feita de momentos; melhores ou piores, são eles e nós que, pedra a pedra, alteiam o edifício da existência. No “prédio” onde moro, há quase sempre música. Num volume, nem muito alto, nem muito baixo; gosto de ouvir sem no entanto perder a noção ou o domínio do que se passa à minha volta.
Associar uma música a um momento é no entanto uma tarefa que se afigura impossível. Na minha memória não vivem aquelas frases como “a música que ouvíamos no primeiro beijo, a música que dançávamos, a música do nosso casamento, etc.”
Há sons que me levam à infância, à juventude, que recordo sem nostalgia exagerada e que, simplesmente, me fazem constatar que o tempo é demasiado volátil.
No entanto, existem músicas onde regresso frequentemente como quem regressa a casa no fim de um dia exausto. E é aí que surge “o Momento” da Quinta Sinfonia de Gustav Mahler. Adagietto: Sehr Langsam é simplesmente divino.
Num outro registo diametralmente oposto, “Everybody hurts” dos R.E.M. continua a ser a minha música, o meu momento comigo própria…a minha eterna mensagem para os outros, mas sobretudo para mim.
--------
When your day is long
And the night - the night is yours alone
When you're sure you've had enough of this life
Hang on
Don't let yourself go
'cause everybody cries
and everybody hurts, sometimes
Sometimes everything is wrong
Now it's time to sing along
When your day is night alone (hold on, hold on)
If you feel like letting go (hold on)
If you think you've had too much of this life
To hang on
'Cause everybody hurts
Take comfort in your friends
Everybody hurts
Don't throw your hand, oh no
Don't throw your hand
If you feel like you're alone
no, no, no, you're not alone
If you're on your own in this life
The days and nights are long
When you think you've had too much of this life, to hang on
Well, everybody hurts
sometimes, everybody cries
And everybody hurts, sometimes
But everybody hurts, sometimes
So hold on, hold on, hold on, hold on, hold on,
hold on, hold on, hold on
Everybody hurts
You're not alone
Michael Stipe
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Gravata encarnada, mais gordito e...
O Primeiro Ministro anunciou hoje que finalmente Castanheira do Vouga vai ter banda larga.
Por confirmar ficaram no entanto outras questões importantes, como a colocação de contentores para dejectos caninos nas ruas de Beduído e a substituição das degradadas placas, que indicam a direcção do cemitério de Fataunços.
Depois de uma moção de censura no parlamento e de uma semana a digerir resultados eleitorais, com sabor a fel, o chefe do Governo, apresentou-se na SIC num registo quase sussurrante, com muitos “por favor”, “se me deixar”, deixando transparecer uma dissonante humildade que não lhe conhecemos.
Há quem diga que os números, não matam, mas amolecem; eu prefiro acreditar que são os assessores do Primeiro, que estão a fazer o seu trabalho.
Aristóteles dissertava o homem como um animal político. Será um camaleão?
Por confirmar ficaram no entanto outras questões importantes, como a colocação de contentores para dejectos caninos nas ruas de Beduído e a substituição das degradadas placas, que indicam a direcção do cemitério de Fataunços.
Depois de uma moção de censura no parlamento e de uma semana a digerir resultados eleitorais, com sabor a fel, o chefe do Governo, apresentou-se na SIC num registo quase sussurrante, com muitos “por favor”, “se me deixar”, deixando transparecer uma dissonante humildade que não lhe conhecemos.
Há quem diga que os números, não matam, mas amolecem; eu prefiro acreditar que são os assessores do Primeiro, que estão a fazer o seu trabalho.
Aristóteles dissertava o homem como um animal político. Será um camaleão?
quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Bolas...!
Do alto da minha bancada de leiga na matéria ainda pensei que estaria para breve o regresso daquele senhor sueco, que já por cá andou. Já o via de arraiais instalados lá para os lados da catedral. Para o mesmo “altar” ainda me passou pela cabeça outro nome, de outro senhor que também por cá andou e que, apesar de tudo, tantas euforias nos deu. Descobri agora que vai para o…Uzbequistão, treinar um clube que também começa por B e onde todos os países à volta, terminam em ão… assim como Felipão. Muitos gestos vai o homem ter de fazer para ser entendido, sim porque aprender Uzbeque, deve ser tarefa para uns anitos.
Tudo isto, para dizer, que ao que parece, é mesmo Jesus que vai ocupar o tal altar da Catedral. Será que é desta que a paz vai descer ao terreno benfiquista ou o calvário é para durar?
Em benefício da dúvida, por aqui me fico.
Tudo isto, para dizer, que ao que parece, é mesmo Jesus que vai ocupar o tal altar da Catedral. Será que é desta que a paz vai descer ao terreno benfiquista ou o calvário é para durar?
Em benefício da dúvida, por aqui me fico.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

