No dia em que se assinala a declaração de guerra ao Japão por parte dos Estados Unidos da América há 67 anos,(II Guerra Mundial) sabe bem conhecer mais uma história de alguém que lutando contra ventos e marés, conseguiu salvar do horror nazi, milhares de pessoas. Milhares de crianças que ao darem a mão a Irena Sendler, estavam, sem saber, a dar a mão ao futuro.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
Regras
Guia de boas maneiras
Por: Heloísa Noronha

"Não gostei do projeto de um colega. Como criticá-lo sem ofendê-lo?Antes de criticar, faça perguntas que possibilitem ao colega explicar melhor o projeto e que permitam deixar claras as questões que precisam ser melhoradas. Ao sugerir esses pontos, coloque-se sempre com sutileza. “Uma boa idéia é usar um elogio antes da crítica. Outra medida importante é focar a crítica no objeto, e nunca na pessoa”, destaca Maria Aparecida A. Araújo, consultora de comportamento profissional e etiqueta social e autora do livro Etiqueta Empresarial – Ser Educado É... (Editora Qualitymark). É fundamental, ainda, emitir a própria opinião com tato e nunca com imposição. “Mostre o que pareça mais correto, mas nunca desmereça a capacidade do outro. Deixe uma margem de manobra”, sugere a especialista."
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Por: Heloísa Noronha

"Não gostei do projeto de um colega. Como criticá-lo sem ofendê-lo?Antes de criticar, faça perguntas que possibilitem ao colega explicar melhor o projeto e que permitam deixar claras as questões que precisam ser melhoradas. Ao sugerir esses pontos, coloque-se sempre com sutileza. “Uma boa idéia é usar um elogio antes da crítica. Outra medida importante é focar a crítica no objeto, e nunca na pessoa”, destaca Maria Aparecida A. Araújo, consultora de comportamento profissional e etiqueta social e autora do livro Etiqueta Empresarial – Ser Educado É... (Editora Qualitymark). É fundamental, ainda, emitir a própria opinião com tato e nunca com imposição. “Mostre o que pareça mais correto, mas nunca desmereça a capacidade do outro. Deixe uma margem de manobra”, sugere a especialista."
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Make peace not war...!!
Nos dias que correm, falar de relacionamentos entre pessoas, e não estou a referir-me a relacionamentos amorosos, é falar de tensões, intrigas, desconfiança e até inveja. Não é sempre assim, mas é assim muitas vezes… vezes demais.
Encontrei na Wikipedia, uma definição que vai direitinha ao “ponto” que quero abordar e que está implícita num relacionamento:”Parceria -é o trabalho em conjunto que as pessoas fazem para alcançar um objectivo comum. Para haver parceria entre indivíduos, os mesmos, devem quase sempre possuir harmonia de interesses, ou seja, alguém sempre vai ter que ceder em alguma vantagem para manter a cooperação funcionando.
De acordo com as moralidades, todas as pessoas que se estiverem encontrando propositadamente ou acidentalmente, devem, no mínimo, respeitarem-se, ou seja, tratar-se com educação, e se não conseguirem ajudar o próximo, não o deverão atrapalhar.
O problema é que essas regras morais não são exactas e podem ser defraudadas com certa facilidade. Quando um indivíduo se sente injustamente denegrido por outro, há um início de problema de relacionamento entre as partes.
A dificuldade maior é que na sociedade ocorrem casos de pessoas que se inventam injustiçadas, com o motivo primário de fazer a sociedade culpar uma pessoa alvo. Assim como, há pessoas que realmente estão sendo injustiçadas, mas ao reclamarem, não recebem atenção maior, das autoridades e dos companheiros.”
Tenho assistido a alguns destes casos e digo-vos que não é filme que goste de ver. Por razões que julgamos justas, quando há um conflito entre duas pessoas que conhecemos, a balança desequilibra-se naturalmente. Temos sempre que escolher um dos lados, especialmente quando estamos na primeira fila.
Ser queixinhas, não é solução, a vitimização absoluta, muito menos e invocar a Declaração Universal dos Direitos do Homem,(DUDH) chega a raiar o absurdo, porque a mesma, serve para nós, mas também para os outros. Ou seja, o que está “ali” são direitos, mas igualmente, deveres. Se todos são iguais perante a lei, então, eu tenho o dever de respeitar essa igualdade.
Faria bem a algumas pessoas que se hasteiam como donos do saber, ler e reler a DUDH. A começar pelo artigo primeiro:”Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.
Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.” E já agora o número um, do artigo décimo primeiro:”Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.”
È claro que seria bom e o mundo seria um local bem melhor se esta Declaração fosse tida em conta por nós “comuns mortais”. Para quem não se dá ao trabalho, bastaria apenas e só, um pouco de humildade para que a coexistência fosse mais saudável, tranquila e pacifica.
Encontrei na Wikipedia, uma definição que vai direitinha ao “ponto” que quero abordar e que está implícita num relacionamento:”Parceria -é o trabalho em conjunto que as pessoas fazem para alcançar um objectivo comum. Para haver parceria entre indivíduos, os mesmos, devem quase sempre possuir harmonia de interesses, ou seja, alguém sempre vai ter que ceder em alguma vantagem para manter a cooperação funcionando.
De acordo com as moralidades, todas as pessoas que se estiverem encontrando propositadamente ou acidentalmente, devem, no mínimo, respeitarem-se, ou seja, tratar-se com educação, e se não conseguirem ajudar o próximo, não o deverão atrapalhar.
O problema é que essas regras morais não são exactas e podem ser defraudadas com certa facilidade. Quando um indivíduo se sente injustamente denegrido por outro, há um início de problema de relacionamento entre as partes.
A dificuldade maior é que na sociedade ocorrem casos de pessoas que se inventam injustiçadas, com o motivo primário de fazer a sociedade culpar uma pessoa alvo. Assim como, há pessoas que realmente estão sendo injustiçadas, mas ao reclamarem, não recebem atenção maior, das autoridades e dos companheiros.”
Tenho assistido a alguns destes casos e digo-vos que não é filme que goste de ver. Por razões que julgamos justas, quando há um conflito entre duas pessoas que conhecemos, a balança desequilibra-se naturalmente. Temos sempre que escolher um dos lados, especialmente quando estamos na primeira fila.
Ser queixinhas, não é solução, a vitimização absoluta, muito menos e invocar a Declaração Universal dos Direitos do Homem,(DUDH) chega a raiar o absurdo, porque a mesma, serve para nós, mas também para os outros. Ou seja, o que está “ali” são direitos, mas igualmente, deveres. Se todos são iguais perante a lei, então, eu tenho o dever de respeitar essa igualdade.
Faria bem a algumas pessoas que se hasteiam como donos do saber, ler e reler a DUDH. A começar pelo artigo primeiro:”Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.
Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.” E já agora o número um, do artigo décimo primeiro:”Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.”
È claro que seria bom e o mundo seria um local bem melhor se esta Declaração fosse tida em conta por nós “comuns mortais”. Para quem não se dá ao trabalho, bastaria apenas e só, um pouco de humildade para que a coexistência fosse mais saudável, tranquila e pacifica.
SÓ???
"Esperou 17 anos para receber 586 euros da Câmara
Autarquia começou esta semana a pagar dívidas. Credor mais antigo é uma transportadora
A empresa ainda não foi notificada, mas o cheque, no valor de de 58 euros, já está assinado. A Câmara de Aveiro vai, finalmente, pagar uma dívida de 17 anos à Auto-Viação da Murtosa, o credor mais antigo do município."
Mais aqui
in JN
Autarquia começou esta semana a pagar dívidas. Credor mais antigo é uma transportadora
A empresa ainda não foi notificada, mas o cheque, no valor de de 58 euros, já está assinado. A Câmara de Aveiro vai, finalmente, pagar uma dívida de 17 anos à Auto-Viação da Murtosa, o credor mais antigo do município."
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in JN
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Desamor
São 21.30. A hora precisa em que começo a escrever este post. Se tivesse silêncio à minha volta, talvez a escrita que me escorre até à ponta dos dedos, fosse outra. Há um burburinho que vem do andar de baixo, porque na TV 22 rapazes correm atrás de uma bola e há milhares de adeptos em euforia; acho que são holandeses e nem o frio lhes enrouquece as gargantas. De resto não há mais ruído produzido dentro destes muros que me resguardam do frio que faz lá fora.
A parede que está nas minhas costas é a fronteira com a casa do lado, onde três pessoas, levam a vida como quem carrega ás costas, um fardo de chumbo, que de dia para dia, tem mais e mais peso. Duas mulheres e um homem.
Três vidas a caminho de um entardecer inquieto e tristemente tempestuoso.
A qualidade dos materiais de construção civil, deve deixar muito a desejar já que involuntariamente sou obrigada a perscrutar os Invernos que mesmo durante o Verão se vivem aqui ao lado. A felicidade não mora decididamente ali. Ou então sou eu que estou desfasada dos conceitos e por essa razão, tenha uma visão distorcida da realidade. Tem dias que é assim. De manhã à noite. Agora falas tu, agora falo eu e a coisa piora quando falam todos aos mesmo tempo e as paredes deixam de ser o suporte de privacidade que deveriam ser. Para eles e para mim.
Estas pessoas sabem que há uma formula para resolver o problema, mas segui-la traria outros enigmas e dúvidas á sua condição de viver. Por isso eternizam-se. Não vivem, só duram até ao dia que o efémero da existência lhes bata à porta. O amor não mora ali; foi substituído por sentimentos de posse, superioridade e de humilhação velada ao elo mais fraco. É assim lá dentro. Lá fora, quem com eles se cruza, dirá que são pessoas de estatuto, que vivem bem e que devem ser felizes.
A aparência continua a ser uma capa impermeável que resguarda um conteúdo triste, tristemente pesado.
Devia ser proibido viver assim. Devia haver uma espécie de entidade reguladora do amor para intervir em caso de ruptura. Mas não há e nunca vai haver. Por isso, quando se cruzarem na rua com alguém, pensem muitas vezes antes de julgarem pela aparência. Quase sempre, tudo não é, o que parece.
A parede que está nas minhas costas é a fronteira com a casa do lado, onde três pessoas, levam a vida como quem carrega ás costas, um fardo de chumbo, que de dia para dia, tem mais e mais peso. Duas mulheres e um homem.
Três vidas a caminho de um entardecer inquieto e tristemente tempestuoso.
A qualidade dos materiais de construção civil, deve deixar muito a desejar já que involuntariamente sou obrigada a perscrutar os Invernos que mesmo durante o Verão se vivem aqui ao lado. A felicidade não mora decididamente ali. Ou então sou eu que estou desfasada dos conceitos e por essa razão, tenha uma visão distorcida da realidade. Tem dias que é assim. De manhã à noite. Agora falas tu, agora falo eu e a coisa piora quando falam todos aos mesmo tempo e as paredes deixam de ser o suporte de privacidade que deveriam ser. Para eles e para mim.
Estas pessoas sabem que há uma formula para resolver o problema, mas segui-la traria outros enigmas e dúvidas á sua condição de viver. Por isso eternizam-se. Não vivem, só duram até ao dia que o efémero da existência lhes bata à porta. O amor não mora ali; foi substituído por sentimentos de posse, superioridade e de humilhação velada ao elo mais fraco. É assim lá dentro. Lá fora, quem com eles se cruza, dirá que são pessoas de estatuto, que vivem bem e que devem ser felizes.
A aparência continua a ser uma capa impermeável que resguarda um conteúdo triste, tristemente pesado.
Devia ser proibido viver assim. Devia haver uma espécie de entidade reguladora do amor para intervir em caso de ruptura. Mas não há e nunca vai haver. Por isso, quando se cruzarem na rua com alguém, pensem muitas vezes antes de julgarem pela aparência. Quase sempre, tudo não é, o que parece.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Hoje é dia de festa...ou talvez não!
Manuela Ferreira Leite, faz hoje anos…muitos. Nasceu em 1940. Qual terá sido o presente, mais desejado pela presidente do PSD? Chegar ao poder e instalar a ditadura, nem que fosse só por seis meses? Convidar Luís Filipe Meneses, para jantar e servir-lhe uma valente feijoada e kiwi à sobremesa, para que o homem tivesse a maior diarreia da sua vida? Aprender truques de magia e hipnose para que os jornalistas fossem capazes de passar a mensagem laranja? Alguns destes provavelmente far-lhe-iam um jeitasso daqueles….
Se eu pudesse oferecia-lhe um bilhete para Covas do Monte, no Inverno claro, onde seria sujeita a um retiro espiritual durante meio ano. Como a aldeia tem mais cabras a passear pelas ruas do que habitantes, não teria muito com que se aborrecer e ganhava no curriculum, uma lição de “país real”.
Depois, na volta, passaria mais seis meses na Corporación Dermoestética para um restauro completo.
Ainda haveria muito mais para dar…Aceitam-se sujestões!.
Se eu pudesse oferecia-lhe um bilhete para Covas do Monte, no Inverno claro, onde seria sujeita a um retiro espiritual durante meio ano. Como a aldeia tem mais cabras a passear pelas ruas do que habitantes, não teria muito com que se aborrecer e ganhava no curriculum, uma lição de “país real”.
Depois, na volta, passaria mais seis meses na Corporación Dermoestética para um restauro completo.
Ainda haveria muito mais para dar…Aceitam-se sujestões!.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Memórias... gastronómicas!?
São pequenas recordações de infância que ficam para a vida. Agora passados muitos anos, descobri aqui, a história da famosa Crónica Feminina. Lembro-me de a ver todas as semanas lá em casa; lembro-me da curiosidade de catraia reguila, que folheava, e voltava a folhear, para no fim as comer…literalmente. Lembro-me de ser descoberta a devorar a revista e prestes a chegar aos agrafos. Valeu a intervenção atempada “dela” que estava sempre por perto e atenta ás minhas constantes diabruras.

O nº1 da Crónica Feminina saiu a 29 de Novembro de 1956 com Milai Bensabat como Directora e Editora (terá sido a primeira vez que as duas funções foram exercidas pela mesma pessoa numa publicação da Agência) e Maria Carlota Álvares da Guerra como Chefe da Redacção. A revista tinha originalmente 32 páginas de um conteúdo ecléctico a um preço verdadeiramente popular: 1$50. Apesar das tiragens serem inicialmente baixas, a procura ia sempre subindo: tinha sido encontrada uma fórmula vencedora.
A Crónica Feminina, viveria para fazer história atingindo, nos anos 60, uma tiragem inusitada de 150.000 exemplares semanais, tendo sido o veículo para a divulgação das fotonovelas em Portugal, e representando, só em publicidade, uma receita astronómica que em 1965 ultrapassava os 2.000 contos anuais.
O nº1 da Crónica Feminina saiu a 29 de Novembro de 1956 com Milai Bensabat como Directora e Editora (terá sido a primeira vez que as duas funções foram exercidas pela mesma pessoa numa publicação da Agência) e Maria Carlota Álvares da Guerra como Chefe da Redacção. A revista tinha originalmente 32 páginas de um conteúdo ecléctico a um preço verdadeiramente popular: 1$50. Apesar das tiragens serem inicialmente baixas, a procura ia sempre subindo: tinha sido encontrada uma fórmula vencedora.
A Crónica Feminina, viveria para fazer história atingindo, nos anos 60, uma tiragem inusitada de 150.000 exemplares semanais, tendo sido o veículo para a divulgação das fotonovelas em Portugal, e representando, só em publicidade, uma receita astronómica que em 1965 ultrapassava os 2.000 contos anuais.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Mais baixo por favor!!!!

Andava eu à procura de uma maneira de dar porrada nas Tv's por causa do aumento do volume do som da emissão, durante os blocos publicitários e descobri que há muitos ouvidos a queixarem-se. Um dia destes vamos criar a Associação Contra o Aumento do Volume na Publicidade.(ACAVP)
Aqui fica apenas um dos muitos exemplos que encontrei escrito por Carlos Serrão, no Blogue com o mesmo nome. Aposto que ele não se importava de integrar a associação.
Publicidade na TV portuguesa
Não consigo perceber qual a estratégia que recentemente tem vindo a ser seguida pela maioria das televisões portuguesas (onde eu consigo notar isso mais é na SIC, na TVI e nos canais da SportTV, mas admito que outros também o façam), em que o volume de som da emissão é substancialmente aumentado aquando da transmissão de anúncios publicitários.
É absolutamente ridículo…
Está uma pessoa a subir o som do receptor para conseguir ouvir um determinado programa, e quando o mesmo é interrompido, somos abruptamente bombardeado com um aumento anormal do volume de som.
Ainda este fim de semana, durante a transmissão do jogo entre o Benfica e o Porto, este “fenómeno” era por demais evidente…
Não sou especialista em Marketing ou em Publicidade, mas (pelo menos para mim), este é o tipo de comportamento que me faz imediatamente ou baixar o volume de som para o mínimo, ou mudar de canal, ou desligar a TV. Eu não vejo vantagens nenhumas nisto.
O Parlamento Europeu aprovou há um ano as novas regras para publicidade televisiva na União Europeia, onde se lê que “volume de som durante os intervalos publicitários não deve ser superior ao volume normal da restante programação” Pelos vistos ninguém cumpre, mas também não deve existir fiscalização.
A nacional estupidez
Há coisas que me impressionam e a estupidez é uma delas. Segundo a Wikipédia, “estupidez é a qualidade ou condição de ser estúpido, ou a falta de inteligência, ao contrário de ser meramente ignorante ou inculto. Esta qualidade pode ser atribuída às acções do indivíduo, palavras ou crenças. O termo também pode referir-se ao uso inadequado do juízo, ou insensibilidade a nuances, por uma pessoa que se julga inteligente. “
Nem mais. É matéria, na qual o país não pode queixar-se de ter deficit, bem pelo contrário; é uma espécie de “conceito nacional” ao qual aderiram alguns milhões, que à boa maneira “tuga” se julgam melhores que o vizinho do lado, mais espertos que o automobilistas com que se cruzam e mais acordados do que o gajo que acabou de ficar para trás na fila.
Vou ter que “voltar” à estrada e à forma como se circula por aí, para demonstrar que a inteligência que alguns acusam ser portadores, não passa de uma patetice deplorável.
Nos últimos dias, fruto das condições climatéricas adversas, está bom de ver que a circulação nas estradas deveria ser mais contida e com atenção a pequenos pormenores que por vezes até deixamos de lado. Mas não. Eles lá estavam na maior. Se a auto-estrada é para dar até 120 Km/h, “nós vamos a 140 e mais”. Haja neve, gelo, nevoeiro, o que for, eles lá vão sentados no trono “dos maiores”, porque os outros é que são nabos. Acender os médios de dia, nem pensar e a luz de nevoeiro, só mesmo em último recurso. (Alguns só acendem depois de ter levado com o carro de trás em cima.)
No sábado cruzei-me com alguns destes “seres maiores” que querem sempre chegar primeiro nem que seja ao inferno.
Os números dos acidentes nesse dia, provam na generalidade que o português continua a ter muito pouco respeito pela vida dos outros. Pela sua já sabemos que não tem.
7 mortos e 148 acidentes, demonstram isso mesmo, embora também acredite que muitas das pessoas envolvidas nestes sinistros, tenham sido vitimas da inconsciência do próximo, que provavelmente saiu incólume da situação.
Pensar-se inteligente é muitas vezes sinónimo de estupidez, particularmente quando põe em risco a vida de outros. Serão precisas muitas e muitas gerações para que as mentalidades mudem. Se é que algum dia vão mudar.
Há uma frase que ouvi em tempos e que é mais uma achega para tudo isto. Na Suécia, o automobilista trava quando o semáforo fica amarelo; o português acelera para passar depressa.
Nem mais. É matéria, na qual o país não pode queixar-se de ter deficit, bem pelo contrário; é uma espécie de “conceito nacional” ao qual aderiram alguns milhões, que à boa maneira “tuga” se julgam melhores que o vizinho do lado, mais espertos que o automobilistas com que se cruzam e mais acordados do que o gajo que acabou de ficar para trás na fila.
Vou ter que “voltar” à estrada e à forma como se circula por aí, para demonstrar que a inteligência que alguns acusam ser portadores, não passa de uma patetice deplorável.
Nos últimos dias, fruto das condições climatéricas adversas, está bom de ver que a circulação nas estradas deveria ser mais contida e com atenção a pequenos pormenores que por vezes até deixamos de lado. Mas não. Eles lá estavam na maior. Se a auto-estrada é para dar até 120 Km/h, “nós vamos a 140 e mais”. Haja neve, gelo, nevoeiro, o que for, eles lá vão sentados no trono “dos maiores”, porque os outros é que são nabos. Acender os médios de dia, nem pensar e a luz de nevoeiro, só mesmo em último recurso. (Alguns só acendem depois de ter levado com o carro de trás em cima.)
No sábado cruzei-me com alguns destes “seres maiores” que querem sempre chegar primeiro nem que seja ao inferno.
Os números dos acidentes nesse dia, provam na generalidade que o português continua a ter muito pouco respeito pela vida dos outros. Pela sua já sabemos que não tem.
7 mortos e 148 acidentes, demonstram isso mesmo, embora também acredite que muitas das pessoas envolvidas nestes sinistros, tenham sido vitimas da inconsciência do próximo, que provavelmente saiu incólume da situação.
Pensar-se inteligente é muitas vezes sinónimo de estupidez, particularmente quando põe em risco a vida de outros. Serão precisas muitas e muitas gerações para que as mentalidades mudem. Se é que algum dia vão mudar.
Há uma frase que ouvi em tempos e que é mais uma achega para tudo isto. Na Suécia, o automobilista trava quando o semáforo fica amarelo; o português acelera para passar depressa.
domingo, 30 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Uma boa história!

Aterrem em Portugal
Jaime Nunes nem queria acreditar quando, numa noite de Inverno de 1943, viu desfazer-se à sua frente um avião quando pescava perto de Faro, distante do fervor da II Guerra Mundial, que eclodira anos antes.
Nessa noite, a embarcação com que costumava pescar corvina voltou a terra cheia, mas não com peixe. Jaime Nunes e mais dois pescadores salvaram a vida de seis aviadores americanos.
Apesar de distante do verdadeiro campo de batalha, Portugal foi, durante a guerra, área de passagem para mais de uma centena de aviões. Eis o mote para o livro «Aterrem em Portugal!».
O livro, do jornalista Carlos Guerreiro, exigiu uma pesquisa de cerca de dez anos, em arquivos nacionais e estrangeiros, sobre a passagem de aviões em Portugal entre 1939 e 1945, o período que durou a guerra.
A história de Jaime Nunes é uma das muitas descritas no livro, onde se podem ler inúmeros testemunhos não só de aviadores estrangeiros como dos portugueses que presenciaram alguns episódios de guerra.
Situado perto do Norte de África, o Algarve servia de ponte para muitos aviões e navios beligerantes e foi, durante a II Guerra Mundial, palco de algumas batalhas e aterragens forçadas.
Os destroços do avião americano, cuja história é contada no livro, foram localizados há poucos anos e permanecem em frente à Ilha de Faro, podendo ser visitados por mergulhadores.
O livro apresenta cerca de 200 páginas de testemunhos e documentação, contendo mais de 150 fotografias e documentos, informação que se encontrava dispersa pelo mundo.
O autor não se sente um escritor e diz que a obra é «uma grande reportagem» que surgiu porque o tema sempre o apaixonou e não quis que se perdesse a hipótese de recolher testemunhos vivos sobre esta época.
O prefácio é do ex-ministro da Educação, Eduardo Marçal Grilo, também um apaixonado por aviões.
DD
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Gorro giro
Ás vezes o frio é tanto que sabe sempre bem mais um adereço para proteger as partes do corpo mais atingidas. Este descobri-o aqui.
domingo, 23 de novembro de 2008
"Amostra sem valor"
"Eu sei que o meu desespero não interessa a ninguém.
Cada um tem o seu, pessoal e intransmissível:
com ele se entretém
e se julga intangível.
Eu sei que a Humanidade é mais gente do que eu,
sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito,
que o respirar de um só, mesmo que seja o meu,
não pesa num total que tende para infinito.
Eu sei que as dimensões impiedosos da Vida
ignoram todo o homem, dissolvem-no, e, contudo,
nesta insignificância, gratuita e desvalida,
Universo sou eu, com nebulosas e tudo."
Amostra sem valor
António Gedeão (Rómulo de Carvalho) nasceu a 24 de Novembro de 1906.
Cada um tem o seu, pessoal e intransmissível:
com ele se entretém
e se julga intangível.
Eu sei que a Humanidade é mais gente do que eu,
sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito,
que o respirar de um só, mesmo que seja o meu,
não pesa num total que tende para infinito.
Eu sei que as dimensões impiedosos da Vida
ignoram todo o homem, dissolvem-no, e, contudo,
nesta insignificância, gratuita e desvalida,
Universo sou eu, com nebulosas e tudo."
Amostra sem valor
António Gedeão (Rómulo de Carvalho) nasceu a 24 de Novembro de 1906.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Take it easy!!!

Acho que vamos ter que voltar à antiga forma de namorar; ela na janela e ele lá em baixo…ou então sentados no sofá com a mãe ou o pai pelo meio.
Violência marca namoro de adolescentes
"Insultos, estaladas, gritos, atirar e partir objectos, impedir ou controlar contactos com outros" são os principais actos de violência no namoro relatados num estudo da Universidade do Minho (UM), que conclui que uma em cada quatro relações na adolescência é marcada por episódios de violência.
Segundo a tese de doutoramento sobre violência no namoro da psicóloga Sónia Caridade, investigadora da UM, "25,4 por cento dos jovens foram vítimas, pelo menos uma vez, de um acto violento na relação". O estudo abrangeu 4.667 jovens entre os 13 e os 29 anos.
Apesar destas conclusões, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) já recebeu no primeiro semestre de 2008, a associação recebeu seis denúncias, todas de raparigas, entre os 11 e os 17 anos.
Dados da APAV revelam ainda que destas seis vítimas, apenas duas mantinham ainda um relacionamento amoroso quando foram alvo de maus-tratos. A maioria queixou-se de agressões emocionais, a principal forma de violência no namoro.
Correio da Manhã
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